“Nós erramos? Passado e prospectos da profissão em História”

Em seu encontro anual de 2012, a American Historical Association sediou uma mesa que debateu questões importantes relativas ao mercado de trabalho dos historiadores profissionais. James Axtell faz um breve balanço sobre o surgimento da pós-graduação nos Estados Unidos e coloca em jogo o problema sensível da relação entre demanda e oferta relativo à nossa profissão. Robert Townsend faz uma análise bastante interessante baseado em estatísticas sobre a origem e as ocupações dos doutores em história desde o começo do século XX. Thomas Blender explora as possibilidades de trabalho fora da academia para doutores em história nos Estados Unidos, e nos lembra que as habilidades cognitivas desenvolvidas por historiadores são altamente valorizadas em uma série de outros âmbitos.

Certamente que boa parte dessas observações talvez não possa ser generalizada para além das fronteiras norte-americanas. Mas como nos textos que venho publicando neste espaço, meu objetivo é estimular a reflexão em torno de tais temas mais “pragmáticos” do cotidiano dos historiadores.

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