Marcado: teoria da história

Práticas da História – revista de teoria, historiografia e usos da história

Divulgo aqui o lançamento do primeiro número de uma nova revista dedicada aos estudos sobre teoria da história, história da historiografia e usos da história: Práticas da História. Trata-se de revista portuguesa, apoiada pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, de iniciativa de António Rego e Joaquim Gafeira, e que aceita submissões em português, inglês, francês ou espanhol.

Link: Práticas da História – Journal on Theory, Historiography and Uses of the Past.

Novo número de “Rethinking History”, com dossiê sobre 40 anos de Metahistory

No Editorial do novo número de “Rethinking History”, Alun Munslow faz uma pergunta que me parece inquietante: “How does theorising on the nature of history, have any kind of impact on actual practice?” (p. 436) Com alguma “liberdade poética”, mas não muita, gostaria de traduzir a pergunta nos seguintes termos: Como a reflexão teórica sobre a natureza da história pode ter qualquer impacto sobre a prática efetiva da historiografia?

Gostaria de deixar aqui duas provocações: (1) em que medida determinados caminhos da reflexão teórica precisam, necessariamente, ser incorporados pela “historiografia efetiva”? (2) Como a teoria da história se posiciona tensionada entre seus papéis descritivo-analíticos e propositivo-normativo – em outras palavras, como podemos pensar as perguntas “como se escreveu a história?” e “como se deve escrever a história?”?

Sumário:

Fico aguardando a resenha desse número pelo amigo Marcus Telles em seu blog, Prefigurations.

Ethan Kleinberg fala sobre “Derrida e a Desconstrução”

Ethan Kleinberg é professor da Wesleyan University, atual editor da famosa revista History & Theory e diretor do Centro de Humanidades da WU. Suas pesquisas versam sobre teoria da história e história intelectual – e seguindo o tema do vídeo, destaco o texto “Haunting History: deconstruction and the spirit of revision“, de 2007, no qual o prof. Kleinberg faz a provocativa sugestão de que as críticas de historiadores aos “perigos pós-modernos” da desconstrução não passa de uma caça a um fantasma.